Entrevista com um manifestante dentro da Universidade sitiada em Hong Kong

A Universidade Politécnica de Hong Kong (PolyU) esteve sob cerco policial por mais de uma semana. O manifestante entrevistado tem 20 e poucos anos, pertence aos círculos de esquerda e atua no movimento há meses. A entrevista ocorreu no dia 24 de novembro, dias depois de ele deixar o campus sitiado. Ele descreve não apenas os confrontos e a série de outros eventos durante o cerco, mas também o papel de políticos, professores e assistentes sociais em persuadir os manifestantes a se renderem: Entrevista com um manifestante dentro da Universidade sitiada em Hong Kong

Uma semana e três fraquezas dos manifestantes de Hong Kong

Em meados de novembro, ocorreram eventos encorajadores durante os dias de “três greves” ou “Saam Baa” — veja este relatório sobre greves dos trabalhadores, boicotes de estudantes e a interrupção das ações da municipalidade. Nesta semana, três eventos se destacam, e cada um representa uma fraqueza política do movimento: Uma semana e três fraquezas dos manifestantes de Hong Kong

Fora de Controle – O Movimento de Revolta em Hong Kong e a Esquerda

O artigo é resultado de discussões recentes com manifestantes e militantes de esquerda em Hong Kong. Ele dá um breve panorama da escalada do conflito e argumenta que a grande ignorância da esquerda mundial é um erro. Apesar das suas limitações, o movimento constitui um grande desafio para o regime direitista do Partido Comunista Chinês (PCC) e pode ser o prelúdio para mais lutas contra as relações capitalistas em Hong Kong, na República Popular da China e em outros lugares: Fora de Controle — O Movimento de Revolta em Hong Kong e a Esquerda.